segunda-feira, 28 de junho de 2010



O vídeo novo da Nike.

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

O maior fiasco publicitário de todos os tempos, o primeiro vídeo. Esse é com a seleção da Argentina. A graça é que é ambientado em 1986 mesmo. Durante as comemorações do bicampeonato, na Plaza de Mayo. Daí o Tevéz e o resto entram e interrompem a festa. Direto do futuro etc.

Ficou mais ou menos. O mais legal é mesmo o do Rooney com o Ribéry. O fiasco foi uma pena, se pensarmos na propaganda.

Eu gostei demais dessa foto também. Embora ela fique ruim assim, pequena, perde o efeito. Que basicamente está nas meninas batendo papo lá atrás. Na imagem maior é possível sentir a atmosfera do negócio. Do tempo de cada um mesmo. Veja que as meninas estão simplesmente queimando essa etapa dos meninos. Eles precisam desse tempo. Vão ficar como elas daqui a pouco, mas ainda não. É meio uma sabedoria que algumas pessoas tem. Em relação a futebol, eu estou dizendo. De saberem curtir, como as loiras ali. É diferente de simplesmente "eu não gosto de futebol". Quando alguém me diz que não gosta, automaticamente essa pessoa se torna um pouco menos interessante pra mim. Por isso as loiras. Futebol? Curtem um monte. E só. Os meninos não. Coração partido etc. Enfim. Amei a foto. Queria guardar pra sempre.
Só pra guardar mesmo. Angela Merkel vendo o jogo da Alemanha.

\o/



Eu tive um sonho tão comprido com a Angela Merkel, não faz muito tempo. Ela falava português no meu sonho e a gente tava numa mesa, ao ar livre, conversando sobre a Dilma.

Eu adoro o time da Holanda porque joga com 4 atacantes mesmo. E sempre torço bastante porque é um país que merece ter de fato aquilo que já tem simbolicamente, que é o título de campeão do mundo. É o único que não tem, dos grandes. Seria bem legal Holanda e Alemanha na final, pra vingar 1974 etc. Tipo o mundo merece. Eu adoro o Robben e estou encantada com o esse aí da foto, o Kuyt. Eu tenho uma longa lista de ídolos holandeses. Van Basten e Bergkamp (que era tão lindo e não viajava de avião. E foi pros EUA de navio em 94). O Kluivert, o Overmars, os gêmeos. Que eu amava. Um no meio campo, o outro meia-atacante. Enfim. Foda-se. O problema é que a Holanda virou meio freguesa do Brasil. E dos pilares do futebol, a freguesia é um dos mais consistentes. É uma espécie de sina mesmo. Lá pode ser visto até como maldição. A Holanda sempre cai na encruzilhada com o Brasil. Sorte nossa. Azar o deles.

Eslováquia não joga nada. A Itália tem que morrer de ter perdido pra essa bosta de time. Não sabe defender e nem tem ideia de como fas pra atacar. Uma bomba mesmo.

domingo, 27 de junho de 2010


E o Olé IMPLORANDO por uma zebra.
JUCA KFOURI

A dupla D-D


Sem nenhuma responsabilidade nem de Dunga nem de Dilma, juntaram os dois na campanha


DUNGA E DILMA nada têm em comum a não ser suas casas no Rio Grande do Sul.
Dilma Rousseff, como se sabe, nem gaúcha é. E é de esquerda, fiel ao seu passado que não renega.
Dunga, ao contrário, é de direita, quase feroz, a ponto de nem tirar a mão do bolso para cumprimentar o presidente Lula.
Dunga também tem um passado a zelar como jogador e, mais uma vez, agora na Copa do Mundo, atingiu seu primeiro objetivo, qual seja o de classificar a seleção brasileira em primeiro lugar em seu grupo e sem derrotas.
Aliás, são façanhas de Dunga até agora como técnico da seleção brasileira: as conquistas da Copa América, da Copa das Confederações e do primeiro lugar nas eliminatórias, com direito a classificação antecipada e vitórias sobre o Uruguai, em Montevidéu, e sobre a Argentina, em Rosario. A primeira não acontecia havia 33 anos, e ganhar da Argentina tornou-se comum para ele, que a bateu em amistoso e na decisão da Copa América. O que, é claro, não justifica que tenha dado a resposta atravessada que deu ao jornalista argentino que quis saber de uma eventual final entre ambos na Copa.
Mas Dunga, agora, porque contrariou a TV Globo, virou ídolo de uma certa gente que apoia a candidatura de Dilma.
E como essa gente, incapaz do contraditório, é inimiga da Globo, embora lá tenha trabalhado servilmente, como serve a certos bispos, resolveu, é claro, que inimigo do meu inimigo é meu amigo. Dá pena de Dilma e de Dunga, que, certamente, se conhecerem tanta mediocridade contrariada em suas ambições mais mesquinhas e carreiristas, alguns até lacerdistas na juventude, quererão distância.
O pior é que, na sua infinita burrice e incompetência, é gente que tem na sociedade a resposta inversa de suas campanhas, haja vista a audiência da Globo, que cresceu no joguinho contra Portugal, numa sexta-feira, em relação ao jogo melhor, e num domingo, contra Costa do Marfim.
Politizar as posições de Dunga é tão patético como pedir à Dilma que escale a seleção de 1970, quando ela, como tanta gente de valor, lutava como podia contra a ditadura militar.
Ao contrário, por sinal, desses oportunistas que misturam alhos com bugalhos.

Eu tava torcendo pra Alemanha mesmo. Acho o tal Ozil o melhor jogador da Copa até agora. Mas, né? Não dá. Um erro bizarro de arbitragem. Mudou a história do jogo. Inglaterra não tem time pra chegar. Não tem mesmo. Mas seria interessante ver justamente a retranca. Não foi possível. Revoltante. Eu tava no sofá comendo pão com molho de macarronada. Fiz um sanduíche. Daí tava derrubando tudo. Até no meu pescoço tinha molho de tomate. E vi o lance nessas condições. E não precisei de replay. A bola entrou. Gol. Etc. O bandeirinha é pago pra assistir o jogo só num pedaço do campo. E não dá conta. Eu entendo interpretações subjetivas sobre faltas e penâltis e blá. Mas gol é gol. Tem que validar nem que demore alguns segundos. Enfim. Ninguém conseguiu comemorar direito. A Alemanha dava pinta de que ia golear. Mas foi constrangedor. No vestiário todo mundo ficou sabendo, né? E tava todo mundo com cara de cu mesmo. A FIFA é um saco e o futebol continua acontecendo apesar dela. A Inglaterra tomando gol de contra-ataque sendo que não ataca. Só se o bandeira obriga mesmo. Uó. Era pra ser um dos melhores jogos da Copa. Foi o pior. E mancha mesmo a seleção da Alemanha. Passou na mão grande. Daí não dá. Etc.